RIUIS

Titulo original Escala de práticas e comportamentos dos enfermeiros face ao mau trato infantil – EPCEMtI
Ano 2008
Autor(es) da versão original Helena da Conceição Borges Pereira Catarino – helena.catarino@ipleiria.pt
Autor(es) da versão portuguesa Helena da Conceição Borges Pereira Catarino – helena.catarino@ipleiria.pt
Condição de saúde/objetivo Avaliar as práticas e comportamentos dos enfermeiros na deteção e prevenção do mau trato infantil e na promoção do bem-estar e segurança da criança.
População alvo Enfermeiros que exercem funções em Cuidados de Saúde Primários
Dimensões Estrutura tetrafatorial:

Fator 1 – Promoção do bem-estar e segurança infantil (PBESI);

Fator 2 – Prevenção Terciária (PT);

Fator 3 – Intervenção Precoce nas crianças e famílas de risco (IPCFR);

Fator 4 – Deteção e sinalização na criança vítima de mau trato infantil (DSCMtI).

Itens 25 itens

– Fator 1 constituído por 9 itens relacionados com a promoção da saúde, bem-estar e segurança da criança e jovem em contexto familiar;

– Fator 2 com 7 itens relativos práticas e comportamentos dos enfermeiros na minimização das consequências do mau trato e prevenção das recidivas;

– Fator 3 constituído 4 itens relativos à identificação e acompanhamento das crianças e famílas de risco;

– Fator 4 constituído por 5 itens relacionados com a deteção e sinalização dos sinais e sintomas sugestivos de mau trato na criança.

Sistema de pontuação Escala de resposta tipo Likert, com 5 categorias: Nunca, Poucas vezes, Algumas vezes, Muitas vezes e Sempre. Estas foram pontuadas de 1 a 5 , sendo atribuído o 1 à resposta Nunca e o 5 à respontas Sempre.

Todos os itens foram construídos nos sentido positivo, pelo que quanto mais alta for a pontuação, mais frequentes são realizadas as práticas e comportamentos corretos pelos enfermeiros face aos maus tratos infantis.

Em virtude dos fatores não apresentarem o mesmo número de itens, foi utilizado o score médio

Propriedades psicométricas Sensibilidade da escala:

– Estudo da proximidade da média à mediana e à moda, sitando-se a variancia dos resultados entre+/-2,5 a 3 unidades de desvo padrão face à média;

Fidelidade da escala:

– Determinação do coeficiente de correlação ente os itens e a escala total – Todas as correlações são positivas, bastante altas (> 0,30) e signifiativos (p<0,05).

– Determinação dos Coeficientes de Spearman-Brown (0,892) e Split-Half (0,891).

– Determinação do valor de α de Cronbach tanto para a globalidade dos itens como para o conjunto da escala – α de Cronbach da Escala = 0,951. O valor de α de Cronbach dos itens variou entre 0,947 e 0,950.

Validade da escala:

– Validade Convergente – Teste de esferecidade de Bartlett χ2=1091,634;p<0,000; Medida de Kaiser-Meyer-Olkin=0,871;

– Validade discriminante – 4 itens apresentam uma diferença inferior a 0,1 mas dada a importância do seu conteúdo conceptual foram enquadrados no fator a que mais se ajustavam.

A estrutura tetrafatorial no seu conjunto explica 67,086% da variância dos resultados.

Modo de preenchimento Auto preenchimento
Tempo de preenchimento 10’
Principais referências bibliográficas Catarino, H. C:B.P (2008). Práticas e comportamentos dos enfermeiros face ao mau trato infantil. Provas Académicas para Professor Coordenador. Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria, Leiria.